Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Bancos usam crédito imobiliário com oferta de juros baixos e prazos longos para atrair mutuários

O setor habitacional, antigo patinho feio da carteira de empréstimos dos bancos - que somente a Caixa dava grande atenção - transformou-se no canto da sereia de dois gigantes: Banco do Brasil e Bradesco. O objetivo é usar o crédito imobiliário para atrair clientes e, com isso, ganhar mercado. A política mais agressiva nesse segmento, algo inédito no país, beneficia os mutuários, já que as instituições passaram a oferecer crédito com juros mais baixos e prazos longos.
"O financiamento habitacional vai disparar", garante o vice-presidente de novos negócios do Banco do Brasil, Paulo Rogério Cassarelli.

De acordo com os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de recursos aplicados no setor mais do que triplicou nos últimos anos. Em 2006, os bancos emprestaram R$ 9,5 bilhões. Esse valor pulou para R$ 18 bilhões em 2007 e para R$ 30 bilhões no ano passado. Nesse montante não estão computados os empréstimos feitos com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).


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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

BNDES reduz taxas para capital de giro

Como parte do esforço de melhorar as condições de acesso ao crédito para as empresas brasileiras, o BNDES reduziu os juros de suas linhas de capital de giro.

A taxa cobrada no PEC (Programa Especial de Crédito) foi reduzida em 4,25 pontos percentuais. Com isso, em operações diretas os tomadores passam a pagar 10,25% ao ano, contra os 14,5% anteriores, mais o spread de risco. Em operações indiretas, o custo também foi reduzido para 10,25%, acrescido da taxa de intermediação financeira, de 0,5%, e do spread do agente financeiro. Micro, pequenas e médias empresas não pagam a taxa de intermediação financeira. O limite que pode ser liberado por empresa é de R$ 200 milhões. O prazo total é de 36 meses, com 12 de carência.

site BNDES