No mês passado, pela média diária, concessões somaram R$ 7 bilhões.Em todo mês, totalizaram R$ 155 bi, próximo do patamar de setembro.
As concessões de crédito pelas instituições financeiras subiram 3,2%, pela média diária, em março deste ano, para R$ 7 bilhões por dia, informou nesta quinta-feira (23) o Banco Central. Em setembro do ano passado, antes do agravamento da crise financeira internacional, as concessões estavam em R$ 7,3 bilhões.
Em todo o mês passado, informou o BC, as concessões totalizaram R$ 155,7 bilhões, com forte crescimento de 26,1%. Esse forte aumento no mês pode ser explicado, em parte, pelo fato de março ter mais dias úteis do que fevereiro. Mesmo assim, é o maior valor desde dezembro do ano passado, quando somou R$ 162 bilhões.
Sem contar o período do Natal, quando o crédito cresce por conta das compras de fim de ano, o volume de concessões de todo o mês de março é o maior desde outubro do ano passado, quando foram concedidos R$ 157 bilhões em crédito pelas instituições financeiras.
Quase no nível pré-crise
"As concessões estão voltando bem. Estamos quase chegando no nível pré-crise. Mas ainda tem características específicas em relação às instituições que operam o crédito. Ainda tem concentração em bancos públicos. Para que se volte à normalidade, essa atuação tem que ser mais disseminada, para que os bancos privados voltem à normalidade, à situação pré-crise. O crédito está voltando à normalidade. Ainda não voltou à sua plenitude", avaliou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
Volume total do crédito
O volume total do crédito bancário, segundo dados do BC, subiu 1% em março deste ano, para R$ 1,24 trilhão. Em doze meses, a taxa de crescimento é de 25%, informou o Banco Central. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), o estoque do crédito concedido pelo sistema financeiro avançou de 41,8%, em fevereiro, para 42,5% em março deste ano - novo recorde histórico.
fonte site g1
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Crédito Imobiliário Banco Intermedium
Com sede na cidade de Belo Horizonte, representantes em diversos municípios mineiros e nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, o Banco Intermedium vem há mais de dez anos conquistando significativo crescimento no mercado nacional.
A empresa possui um produto para autofinanciamento, sendo o seu imóvel a garantia para um empréstimo. Este produto, chamado CredFlex, substitui alternativas de prazo mais curto usadas para capital de giro. É destinado a pessoas físicas e jurídicas e proprietários de micro e pequenas empresas, que querem trocar dívidas que tenham custo mais elevado.
O CredFlex tem o diferencial da Intermedium: os recursos são liberados em muito menos tempo que as outras opções de mercado.
Com empréstimos variando de R$ 30.000,00 a R$ 400.000,00, o banco oferece até 72 meses para pagar, sendo a taxa de juros uma das mais baixas do mercado.
site Banco Intermedium
A empresa possui um produto para autofinanciamento, sendo o seu imóvel a garantia para um empréstimo. Este produto, chamado CredFlex, substitui alternativas de prazo mais curto usadas para capital de giro. É destinado a pessoas físicas e jurídicas e proprietários de micro e pequenas empresas, que querem trocar dívidas que tenham custo mais elevado.
O CredFlex tem o diferencial da Intermedium: os recursos são liberados em muito menos tempo que as outras opções de mercado.
Com empréstimos variando de R$ 30.000,00 a R$ 400.000,00, o banco oferece até 72 meses para pagar, sendo a taxa de juros uma das mais baixas do mercado.
site Banco Intermedium
segunda-feira, 6 de abril de 2009
G20 entra na batalha contra a crise e anima as bolsas pelo mundo
Grupo vai capitalizar o FMI, dar mais crédito a exportações e regulamentar a ação de fundos
Reunidos em Londres para discutir a crise financeira, líderes do G20 anunciaram um pacote de medidas destinadas a reanimar a economia global. A principal delas foi a elevação dos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) disponíveis para empréstimo, de US$ 250 bilhões para US$ 750 bilhões. Outros US$ 250 bilhões serão destinados a restaurar o crédito às exportações, por meio de instituições como o Banco Mundial. Os líderes da cúpula avançaram também na regulamentação da indústria de fundos hedge e propuseram a criação de uma lista-negra contra paraísos fiscais que não fornecerem informações sobre impostos pagos. Para o 1º-ministro britânico Gordon Brown, a reunião marcou o fim da era do sigilo bancário. Nas ruas da capital inglesa, policiais e manifestantes se enfrentaram . O encontro ainda repercutiu nas bolsas de todo o mundo, que dispararam com o anúncio das medidas. O Ibovespa subiu 4,19% na 5ª-feira e manteve a fase de alta iniciada em março. A bolsa alcançou o topo do ranking de investimentos do mês, com alta de 7,2%.
Portal Exame
Reunidos em Londres para discutir a crise financeira, líderes do G20 anunciaram um pacote de medidas destinadas a reanimar a economia global. A principal delas foi a elevação dos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) disponíveis para empréstimo, de US$ 250 bilhões para US$ 750 bilhões. Outros US$ 250 bilhões serão destinados a restaurar o crédito às exportações, por meio de instituições como o Banco Mundial. Os líderes da cúpula avançaram também na regulamentação da indústria de fundos hedge e propuseram a criação de uma lista-negra contra paraísos fiscais que não fornecerem informações sobre impostos pagos. Para o 1º-ministro britânico Gordon Brown, a reunião marcou o fim da era do sigilo bancário. Nas ruas da capital inglesa, policiais e manifestantes se enfrentaram . O encontro ainda repercutiu nas bolsas de todo o mundo, que dispararam com o anúncio das medidas. O Ibovespa subiu 4,19% na 5ª-feira e manteve a fase de alta iniciada em março. A bolsa alcançou o topo do ranking de investimentos do mês, com alta de 7,2%.
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